Linux
O QUE É O LINUX? E QUAL A SUA ORIGEM?
Hà alguns anos atrás um estudante da Universidade de Helsinque, na Finlândia chamada Linus Torvards iniciou um trabalho e lançou com a ajuda de vários programadores voluntários por meio da Usenet a primeira versão do kernel do Linux, e depois subseqüentemente desenvolvido com a ajuda de programadores de todo o mundo. O Linux é um sistema operacional e ele é responsável pelo funcionamento do computador, o sistema operacional linux é o conjunto de um kernel e dos demais programas responsáveis pela comunicação. O kernel é o coração do Linux. Ele faz a comunicação entre hardware e software.
O linux é um tipo de Unix criado com o propósito de ser uma alternativa barata em relação ao Unix comercial.
O linux é um tipo de Unix criado com o propósito de ser uma alternativa barata em relação ao Unix comercial.
O Unix foi desenvolvido em parte em 1969, pela empresa Bell Labs e sua arquitetura consiste basicamente em um Kernel de 32 bits, baseado em linha de comando, capaz de ter uma interface gráfica. O Unix é o mais antigo dos Sistemas Operacionais e as primeiras redes Unix tinha um único servidor e era acessado por terminais burros.
O Linux às vezes é considerado filho do Unix, pois foi planejado para ter o mesmo visual e funcionamento, porém, é um pouco diferente na sua estrutura de licenciamento, essa estrutura o ajudou a crescer e evoluir rapidamente.
PRINCIPAIS DISTRIBUIÇÕES E SEUS DERIVADOS
PRINCIPAIS DISTRIBUIÇÕES E SEUS DERIVADOS
Há varias versões do Linux no mercado e cada uma atende a um determinado propósito e elas são comumente chamadas de distribuições, entre as mais conhecidas temos: Debian, Redhat, SUSE, Caldera e Slackware. Cada uma delas tem algo em comum, o código fonte que é aberto, isso é todos são licenciados através de uma licença de código aberto chamada de LINCENÇA PÚBLICA GERAL (GNU), o que significa que você pode modificar a distribuição, contando que inclua o código fonte ao redistribui – las.
- Red Hat (Conectiva, Mandrake, CentOS, Mandriva, Suse, Fedora, etc...)
- Slackware (Vector, Zenwalk, etc…)
- Debian (Knoppix, Kurumin, Ubuntu, Linux Educacional, etc…)
- Gentoo (Sabayon, Librix, etc...)
MODO GRÁFICO E MODO TEXTO
O Linux é dividido em modo texto e modo gráfico e cada distribuição possuem suas próprias características gráficas. O modo texto também é chamado de Konsole. E sua aparencia pode ser visto na figura abaixo:
O modo gráfico cada dia que se passa fica mais parecido com a aparência do Windows. Como pode ser visto na próxima figura:
e também nessa figura:ALGUMAS CARACTERISTICAS
– (Multitarefa) - Várias aplicações podem ser executadas ao mesmo tempo
– (Multiusuários) - Vários usuários podem utilizar o sistema ao mesmo tempo.
– (É gratuito) - Não é nessesário licença para o seu uso e possui atualizações free.
– (Código Fonte Aberto) - O sistema pode ser modificado para se adaptar as necessidades especificas.
- Maior estabilidade em relação a o windows
- Existem poucos vírus para o linux
- Acessa discos formatados por outros sistemas operacionais
- Não precisa ser reinicializado após instalação de programas ou configuração de periférico disponível no mercado
- Maior confiabilidade em ambientes de rede
- Maior estabilidade em relação a o windows
- Existem poucos vírus para o linux
- Acessa discos formatados por outros sistemas operacionais
- Não precisa ser reinicializado após instalação de programas ou configuração de periférico disponível no mercado
- Maior confiabilidade em ambientes de rede
Uma conta é a maneira pela qual você se identifica no sistema e também é o modo de o sistema saber que você tem diretos aos recursos e manter a segurança do sistema operacional. Uma conta de acesso consiste em um login e uma senha, os dois são tão importante para o sistema que mesmo que só você use o computador Precisará dos dois, pois é uma característica do sistema pelo fato dele ser voltado à ambientes de redes.
Existe uma conta com o controle total do sistema, denominado ROOT, normalmente chamado de super usuário. Com ela, podemos execultar tarefas que usuários normal não podem. Inclusive danifica - lo.
PARTES QUE COMPÕEM O SISTEMA
O Linux é classificado em três componentes principais: KERNEL, SHELL e APLICATIVOS.
KERNEL: O Kernel é o núcleo do sistema, ele é responsável pelas operações de baixo nível, tais como: Gerenciamento de memória, Gerenciamento de processos, Suporte ao sistema de arquivos, Periféricos e Dispositivos.
SHELL: O Shell é o elo entre o usuário e o sistema, é ele que é responsável em traduzir os comandos digitados pelo usuário para a linguagem usada para o kernel e vice – versa.
APLICATIVOS: Incorporam novas funcionalidades ao sistema. Eles possibilitam as implementações de serviços necessários ao sistema.
SISTEMA DE DIRETÓRIOS
Os diretórios é a maneira pela qual os dados são organizados, armazenados e controlados para melhor localização, além dê ser a forma como o sistema operacional representa essas informações. O diretório, como o arquivo, também é “Case Sensitive”.
Não podem existir dois arquivos com o mesmo nome em um diretório, ou um sub-diretório com um mesmo nome de um arquivo em um mesmo diretório. Um diretório nos sistemas Linux são especificados por uma “/” e não uma “\” como é feito no DOS.
O sistema Linux possui um padrão rígido e específico a respeito da organização hierárquica dos diretórios, definido pela Filesystem Hierarquy Standard, ou simplesmente FHS, constante da LSB. O diretório principal que contém todos os demais diretórios é chamado diretório raíz e se encontra no topo da estrutura, sendo representado pelo sinal / (barra). Todos os demais diretórios devem ser referenciados a partir dele.
Não podem existir dois arquivos com o mesmo nome em um diretório, ou um sub-diretório com um mesmo nome de um arquivo em um mesmo diretório. Um diretório nos sistemas Linux são especificados por uma “/” e não uma “\” como é feito no DOS.
O sistema Linux possui um padrão rígido e específico a respeito da organização hierárquica dos diretórios, definido pela Filesystem Hierarquy Standard, ou simplesmente FHS, constante da LSB. O diretório principal que contém todos os demais diretórios é chamado diretório raíz e se encontra no topo da estrutura, sendo representado pelo sinal / (barra). Todos os demais diretórios devem ser referenciados a partir dele.
Cada um dos diretórios possui uma função específica, como vemos na lista abaixo.
/: (todos os arquivos e diretórios do sistema)
/boot (arquivos de inicialização)
/root (Diretório home do super usuário)
/root (Diretório home do super usuário)
/Bin (executáveis principais)
/dev (referências aos dispositivos)
/etc (executáveis essenciais ao sistema e arquivos de configurações)
/usr (comandos, bibliotecas e aplicativos)
/lib (biblioteca básica do sistema)
/tmp (arquivos temporários)
/mnt (pontos de montagens)
/opt (pacotes de software opcionais)
/proc (Sistema de arquivos virtual de informações do kernel e processos)
/bin (Comandos essenciais do sistema)
/sbin (Binários essenciais de administração do sistema)
/usr (Contém maior parte dos programas)
/var (Logs, arquivos de controle de processo, cache, filas, instaladores de pacotes, e-mail, spools de impressora)
/mnt (pontos de montagens)
/opt (pacotes de software opcionais)
/proc (Sistema de arquivos virtual de informações do kernel e processos)
/bin (Comandos essenciais do sistema)
/sbin (Binários essenciais de administração do sistema)
/usr (Contém maior parte dos programas)
/var (Logs, arquivos de controle de processo, cache, filas, instaladores de pacotes, e-mail, spools de impressora)
/home (diretórios de usuários e suas configurações)
ARQUIVOS
Arquivos é onde gravamos nossos dados e cada arquivo deve ser identificado por um nome, assim ele pode ser encontrado facilmente quando desejar usa-lo. Um arquivo pode ser binário ou texto. No Linux existem vários tipos de arquivos: textos, executáveis, arquivos de imagem e arquivos especiais.
O Linux é Case Sensitive ou seja, ele diferencia letras maiúsculas e minúsculas nos arquivos, esta regra também é válido para os comandos e diretórios.
Um arquivo oculto no linux é identificado por um “.” no inicio do nome.
A extensão dos arquivos serve para identificar o tipo do arquivo. A extensão são as letras após um “.” no nome de um arquivo, exemplificando:
- calendario.txt - O .txt indica que o conteúdo é um arquivo texto.
O Linux é Case Sensitive ou seja, ele diferencia letras maiúsculas e minúsculas nos arquivos, esta regra também é válido para os comandos e diretórios.
Um arquivo oculto no linux é identificado por um “.” no inicio do nome.
A extensão dos arquivos serve para identificar o tipo do arquivo. A extensão são as letras após um “.” no nome de um arquivo, exemplificando:
- calendario.txt - O .txt indica que o conteúdo é um arquivo texto.
- script.sh - Arquivo de Script (interpretado por /bin/sh).
- system.log - Registro de algum programa no sistema.
- arquivo.gz - Arquivo compactado pelo utilitário gzip.
- index.html - Página de Internet (formato Hypertexto).
A extensão de um arquivo também ajuda a saber o que precisamos fazer para abri-lo. Na maioria dos casos a extensão não é requerida pelo sistema operacional Linux, mas é conveniente o seu uso para determinarmos facilmente o tipo de arquivo e que programa precisaremos usar para abri-lo.
Um arquivo é considerado de texto quando seu conteúdo é compreendido pelas pessoas, um arquivo texto pode ser uma carta, um script, um programa de computador escrito pelo programador, arquivo de configuração e etc.
Um arquivo é considerado binário quando seu conteúdo só é compreendido pelo computador, esse arquivo contém caracteres incompreensíveis para pessoas normais. Um arquivo binário é gerado através de um arquivo de programa (formato texto) através de um processo chamado de compilação. Compilação é basicamente a conversão de um programa em linguagem humana para a linguagem de máquina.
DOWNLOAD
Site: www.linux.org
Esse site oferece uma lista extensa de distribuições linux e de sites aparti dos quais elas podem ser baixadas, além de fontes para aplicações linux, aplicativo de servidor personalizado e suporte para linux.
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Site: www.linux.org
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